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segunda-feira, 31 de março de 2008

Deixe seu recado

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Quase tudo à mostra

Terminado o BBB é hora de ver qual das belas mulheres da casa vai faturar mais com as revistas com tudo ou "quase tudo" à mostra. De longe as apostas são de que 1 milhão de reais vai ser fichinha perto do que a Gyselle deve faturar. Com menos sorte, mas com uma boa dose de talento (vocês sabem que talento eu me refiro) a gaúcha Natália Casassola já mostrou nas fotos do Paparazzo o que pode vir a preencher as páginas de Playboy, Sexy e Cia. O ensaio da loira que não tem papas na língua foi bem ousado pros padrões do site. Dizem à boca pequena que ela já teria proposta de 600 mil reais para tirar tudo, tudinho mesmo. A julgar pela breve amostra do Paparazzo, se ela fizer "boquinha" a pedida sobe pra 700, 800, até 1 milhão rapidinho. Dá uma olhada lá e vê "o que que a gaúcha tem"...



domingo, 30 de março de 2008

Tudo encaminhado


Posso até me enganar, e todo mundo que trabalha dando opinião está sujeito a isso, mas só um desastre daqueles tira o título gaúcho da dupla. Quem vai faturar o caneco não sei, mas que ele fica na capital, ah isso fica. E não estou sendo oportunista. Não é de hoje que digo que o futebol do interior não se mostra tão fraco há tempos. O Inter tem um grupo forte, construído há algumas temporadas e reforçado toda vez que perde algum nome para outras equipes, principalmente do futebol europeu. O Grêmio nem é tudo isso, mas tem no Celso Roth um "arrumador de time" como poucos. Assim a dupla GreNal, apra desespero daqueles que torcem pelo bom rendimento do interior no Estadual, vai se aproximando de recuperar de vez a hegemonia que em outros tempos quase lhe escapou. Mesmo jogando fora de seus domínios os times de Porto Alegre se sentem em casa, como foi o caso de Caxias e Canoas neste final de semana. Supresas? O Esportivo tinha tudo pra ser uma delas, mas acabou naufragando na inexperiência de um treinador que não teve a capacidade de fazer a leitura real da situação. O Inter de Santa Maria tropeçou feio para aquele que talvez seja o grande bicho-papão da competição, o Sapucaiense. Nem estádio o time do Círio Quadros tem pra jogar, mas supera isso pela visão de seu treinador, que usa isso a seu favor. Já que não tem "casa" para mandar seus jogos o time joga sempre como se atuasse fora de casa. Assim mesmo, não creio que a zebra possa colocar água no chopp daqueles que gostam de uma decisão tradicional de gauchão.

Torcida do Grêmio invadiu o Centenário no sábado. Foto: É minha mesmo...

Voltando de novo...

A ausência dos últimos dias tem vários motivos, que não pretendo enumerar aqui pra não dizerem que tô me queixando por trabalhar demais. Mais tarde pretendo postar algo inédito, enquanto isso preferi optar por reproduzir minha coluna da última sexta-feira no Jornal Serra Nossa. Boa leitura a todos e um ótimo domingo.

FICOU PARA A PRÓXIMA
O Bento Vôlei não conseguiu superar a UCS na última rodada da Superliga. Mesmo enfrentando um adversário que vinha de uma série de derrotas o time do Rogério Ponticelli não conseguiu controlar os nervos e deixou escapar a vaga com tudo conspirando a seu favor. A instabilidade que reinou durante toda a competição voltou a entrar em quadra com o Bento. Nem mesmo a combinação de resultados – os adversários que precisavam perder, perderam – foi suficiente para levar o representante de Bento Gonçalves à fase quente do voleibol nacional. Aprende-se com isso? Claro. Pelo menos é o que se espera. O principal de tudo é que não se pode respeitar demais os adversários. É preciso sim dar valor a eles, mas jamais dar o jogo “por jogado” antes da disputa iniciar. Em muitos momentos isso aconteceu e certamente alguns resultados deixaram de vir por falta de um querer mais, sonhar mais alto, pensar grande. Tudo bem, ano que vem tem mais.

EXEMPLO QUE FICA
Apesar da desclassificação precoce o Bento Vôlei deixa um exemplo a ser seguido. Mesmo com dificuldades financeiras a equipe se mantém, monta bons plantéis, revela bons jogadores e não faz feio se formos analisar os investimentos feitos por alguns adversários. A forma como o clube consegue mobilizar a comunidade deve ficar como referência para outros clubes e outras modalidades. Não fosse o trabalho bem feito a Superliga não estaria recheada de jogadores formados nas categorias de base do time bentogonçalvense. Faltou apenas um “algo mais”. Um grande craque, capaz de desequilibrar? Quem sabe um grupo mais maduro para enfrentar essa competição de nível que é a Superliga? Questionamentos que cabem mais à direção do Bento Vôlei que a mim. Modestamente, vejo falhas, mas admito que existem muito mais pontos positivos que negativos. Mesmo sendo minoria, tais erros devem ser analisados pela diretoria e superados para que a próxima temporada seja exitosa.

A DESCLASSIFICAÇÃO
O Esportivo caiu, como muitos temiam. A trajetória decadente da equipe desde que perdeu o treinador escolhido para comandá-la, ainda em 2007, sugeria que o final poderia ser trágico. Procurar culpados nesta hora é fácil. O treinador, que não soube escalar neste jogo, que substituiu errado naquele outro, que não admitia os próprios erros. Fácil. Pode-se também culpar a diretoria, que resolveu apostar na hora errada. Investiu em um treinador sem experiência quando deveria trazer um comandante acostumado com os vaivens do Gauchão. É simples. Mas não é por aí. Não é hora de choro. É hora de “juntar os cacos” e começar a pensar em 2009. Chegar a 10 mil sócios requer ousadias, investimentos e um “pensar grande” em tempo integral. Não basta querer ser grande se o pensamento é pequeno. O torcedor quer time, quer resultado. Ele investe quando sabe que vai ter retorno. A vinda de Valdir Espinosa, por exemplo, seria uma demonstração da ousadia que o torcedor quer ver nos dirigentes do seu clube do coração. Mas tudo isso é passado, assim como o sonho de estar entre os melhores do Gauchão 2008 é peça de museu, papo de esquina...

CAPÍTULO À PARTE
O técnico Cristian de Souza. Esse sim merece uma coluna só para ele, mas não neste momento. Fica a sugestão aos colegas da editoria de Esportes: uma entrevista exclusiva com o jovem técnico do Esportivo. Ah, seria bom que o deixassem definir as perguntas, parece que o Cristian não gosta muito das que a imprensa lhe faz.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Pra descontrair

Segunda-feira é sempre mais pesado, então resolvi dar uma descontraída e publicar algo inusitado. E, em se tratando de inusitado claro que o jornal inglês The Sun é imbatível. Tá sempre elegendo os "10 isso", "10 aquilo", "10 aquele outro". A bola da vez são os uniformes bizarros. Tem cada um que pelo amor de Deus. Se alguém lembrar de algum uniforme "fora da casinha" que não está na lista pode enviar que publicarei com prazer. Dá uma olhadinha e depois deixa um comentário com o seu "favorito", ou melhor, o mais bizarro.

A LISTA DO "THE SUN":

1º: Hull City (Inglaterra) de 1992.

2º Arsenal (Inglaterra) de 1991.

3º Coventry City (Inlglaterra) de 1978.

4º Manchester United (Inglaterra) de 1995.

5º Seleção do México de 1998.

6º Seleção do México de 1994.

7º Norwich City (Inglaterra) de 1993.

8º Aston Villa (Inglaterra) de 1993.

09º Seleção de Camarões de 2002.

10º Chelsea (Inglaterra) de 1995.

domingo, 23 de março de 2008

Se complicando

O Esportivo fazia uma partida impecável. Jogava com propriedade e em alguns momentos com exuberância. Parecia estar em casa, na Montanha. O segundo tempo já tinha mais de 15 minutos e a partida estava absolutamentesob controle, quando surge o personagem do jogo, o técnico Cristian de Souza. Em poucos minutos ele troca os três jogadores de ataque por dois volante e o pesado Fernando Rech. Disse ele que Juninho Botelho e Flaviano pra sair. Por favor! Um jovem como o Botelho cansar aos 15 do segundo tempo? Tem algo errado na preparação física então! E o Guilherme, cheio de vontade de mostrar serviço, deixou o campo quando era o jogador mais perigoso pela habilidade e pela velocidade. Daí pra frente o Esportivo limitou-se em atuar dentro de seu campo, recebendo a pressão da Ulbra, que ao contrário do time de Bento, teve um treinador que mudou certo. Parece marcação com o treinador, mas não é. Pergunte aos demais colegas de imprensa presentesde quem foi a culpa pelo empate amargo diante da Ulbra? A classificação segue ao alcance do Esportivo, um empate contra o Novo Hamburgo na quarta será suficiente, ainda que a Sapucaiense vença a Ulbra. A classificação virá, com toda a certeza, porém fica no ar a impressão de que o técnico do Esportivo ainda não está preparado para lidar com a situação. Ainda não está maduro para lidar com certas situações de jogo, e fora de jogo também! Se não souber lidar com as críticas, com perguntas pouco açucaradas e comentários pouco agradáveis aos seus ouvidos, vai ter uma carreira curta. Além dos números pouco favoráveis, o comandante do alviazul também tem contra si o pouco trato com a imprensa. Dizer a um repórter que só quem jogou bola pode avaliar isso ou aquilo é sinal de que o moço ainda está verde.

domingo, 16 de março de 2008

Colocaram água no vinho

Calma pessoal! Não vou fazer nenhuma denúncia que vai abalar as estruturas da produção local. A água no vinho é apenas uma relação que faço com o resultado do jogo de sábado, quando o Esportivo deixou escapar a classificação em 3 minutos. O time de Bento demorou quase 70 minutos para "achar" o gol que poderia levá-lo à próxima fase do Ruralito e quando conseguiu, permitiu que o adversário, o Sapucaiense, vira-se e amplia-se para 3x1. Isso nos três minutos seguintes. Inacreditável! Muitas perguntas ficam no ar, mas nem pretendo fazer todas elas. Apenas gostaria de saber como uma equipe que tem 3 zagueiros para marcar um atacante pode levar 3 gols em tão pouco tempo, todos decorrentes de falha de posisionamento. Zagueiro entrando na corrida e levando "chapéuzinho" é coisa que não se pode admitir em se tratando de futebol moderno, caracterizado pela marcação justa e pelo excesso de força empregado na marcação. Não vou de novo entrar na discussão dos três zagueiros e muito menos perguntar porque o Cristian de Souza opta por Fernando Rech machucado (no sacrifício, como dizem alguns) se pode contar com o Guilherme jogando um bolão e imprimindo outro ritmo ao time. Não é à toa que nos últimos três jogos o time marcou gols após a sua entrada. Em dois deles foi o próprio Guilherme quem os marcou. As declarações da diretoria de que Cristian é treinador até o fim do campeonato podem ter efeito inverso. Sabendo que não será demitido por nada nesse mundo o técnico prefere dar uma de "cabeçudo" e não vê o que está claro. Sem a famosa pressão do "ou ganha ou cai" ele se acha no direito de conduzir as coisas como ele acha que devem ser e não como elas devem ser. Há muita diferença entre uma coisa e outra, diferença que pode ser a classificação à segunda fase ou o confronto com um adversário mais forte na etapa seguinte. Pra dar uma apimentada nessa história, vejam só o currículo do Cristian: 8 jogos, 3 vitórias e 5 derrotas (e delas em casa). Por menos que isso já vi técnico ser mandado embora. O que está salvando a pele da "jovem aposta alviazul" são pontos conquistados sob o comando de Gilmar Iser. A herança do hoje técnico do Novo Hamburgo é uma poupança de 10 pontos.

terça-feira, 11 de março de 2008

Coisas do esporte

É incrível como uma equipe consegue ter tantos altos e baixos em uma mesma competição. Assim é o Bento Vôlei. Na quinta-feira eu acredito piamente na classificação e no sábado “jogo a toalha” ou vice-versa. É um time jovem, e isso precisa ser levado em consideração, mas já está na hora de amadurecer. Está na hora de se definir. O time de Bento quer ser grande ou vai ficar a vida toda sonhando ser assim e se contentando em ser pequeno, em exaltar os grandes e supervalorizá-los? Chegar a este patamar não depende dos outros e sim e-x-c-l-u-s-i-v-a-m-e-n-t-e do clube bentogonçalvense. Mudanças? Sim, mudanças são necessárias. Não somente do ponto de vista “mental”. Mudanças práticas, de nomes, mudanças... E não pensem que só estou sugerindo mudanças por sugerir. Gostaria até que as mudanças partissem de fora para dentro. Que surgissem novos nomes dispostos a se introduzir e somar para num futuro breve assumir o comando do clube. Mas antes que isso tudo aconteça ainda é possível sonhar, um sonho quase impossível, é verdade, mas que sonhado por muitos pode se tornar realidade. Falo da classificação, que se dependesse do pensamento positivo e da força passada pela torcida já teria vindo.

E o Esportivo? Bom, o alviazul está numa situação mais cômoda. Também precisa melhorar em vários aspectos, mas depois da vitória do sábado respirou aliviado. A condição de decidir a classificação em casa – dos quatro jogos finais, três acontecem em Bento Gonçalves -, dá ao torcedor a tranqüilidade que não existe lá pelos lados do Ginásio Municipal. Apesar dessa aparente tranqüilidade, as coisas lá pela Montanha não estão tão maravilhosas assim. Uma derrota em Santa Cruz poderia arruinar os planos de classificação. Ainda que o plano inicial fosse simplesmente se manter na Série A, a boa campanha inicial gerou novas expectativas e criou no torcedor aquela euforia quase incontível. Tinha gente falando em título. Com os pés no chão, de volta à triste realidade do futebol do interior gaúcho ainda é possível sonhar um pouco mais longe. Com uma boa colocação no grupo dá para fugir de um confronto contra o Inter, por exemplo, e tentar uma vaguinha entre os 4, o que, convenhamos, seria um achado.

domingo, 9 de março de 2008

Quebrando as regras

Quem passou por aqui por acaso deve estar se perguntando: "Ué, o cara não tá de férias?". Pois é, estou sim, mas isso não me impediu de dar uma passada por aqui pra pôr a conversa em dia. Nada como um bom período de férias pra gente sentir vontade de fazer aquilo que gosta, e escrever é uma das minhas paixões. Assunto? Tem tantos né? Pensei em postar um vídeo, em colocar alguma foto das BBB's da hora (aliás a Jaque (ou parte dela, merece um capítulo à parte que vou trazer à discussão mais adiante). Mas, depois de muita avaliação optei pelo clássico, falar sobre futebol. Ao que interessa então...

Ontem finalmente o Esportivo voltou a vencer, e quis o destino que a segunda vitória do Cristian de Souza fosse contra o mesmo Santa Cruz contra o qual conquistou sua primeira vitória como treinador do Tivo. A vitória reabilitou o alviazul, derrubou o Desessards, deu novo ânimo na busca pela vaga e ainda deixou o time de Bento muito próximo de voltar à vice-liderança. Isto porque pega o 15 de Campo Bom na Montanha, enquanto o Caxias enfrenta o Grêmio no Olímpico. Mantida a invencibilidade do tricolor, a vitória do Esportivo na quarta significa o retorno ao segundo lugar a três rodadas do fim. Melhor impossível! Tomara que tudo volte a ser como antes e a vaga no G4 será garantida sem sofrimento. Com todos os jogadores à disposição novamente o Cristian pode optar pelas peças que considera mais apropriadas para somar os pontos necessários para estar entre os 8 que vão lutar por vaga nas semifinais. Os dois jogos em casa (na quarta e no domingo) devem servir pra isso. Nada de deixar pra última rodada ou de ressuscitar que não tem mais chances de classificação. Espera-se que o time tenha acordado na hora certa e que não cochile mais até o final da fase classificatória.

terça-feira, 4 de março de 2008

Férias...

Só estou passando por aqui pra avisar que estou curtindo merecido (merecido é bom né?) período de férias. Não pretendo ficar sem postar até o final deste período, mas pelo menos nos primeiros dias vou ficar ausente, coisa que aliás já estava acontecendo, porém por falta de tempo e uma pequena dose de preguiça. Por conta desta ausência, inclusive, peço desculpas a todos que por aqui passaram desde a última postagem, datada de 26 de fevereiro. Mas eu volto, viu! Ah volto!!! Boa semana a todos e boas férias pra mim... hehehe