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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Votação sobre horário alternativo na Zona Azul ficou para outro momento. Entenda as razões

Vereadores, incluindo os da base governista, optaram por pedir ajustes ao Executivo antes de discutir mudanças.
Foto: Júlio Martins

A aguardada flexibilização no horário da Zona Azul em Santiago ficou para outro momento. Levado à Câmara de Vereadores através de um Projeto de Lei do Executivo o assunto sequer chegou a ser discutido em plenário durante a sessão extraordinária convocada para a manhã desta segunda-feira (5). O motivo? Os vereadores encontraram erros no texto do projeto, o que levou o vereador progressista Davi Vernier (líder do governo) a pedir vista para que este possa ser analisado com mais tempo e corrigido por parte do Executivo, autor do projeto.

De acordo com os vereadores ouvidos pelo Blog, alguns itens da proposta enviada no primeiro dia de trabalho do prefeito Tiago Gorski estão a falta de clareza sobre a tolerância de 10 minutos em caso de redução do tempo mínimo para meia-hora e a sugestão de reajuste da tarifa antes do prazo previsto em contrato, que prevê novos valores a partir de abril.

"A lei prevê reajuste a partir da apresentação da planilha de custos da empresa e este deve ocorrer no mês de abril. Se reajustarmos esse valor agora e seguirmos à risca o projeto vai ficar sobre os vereadores a carga pelo fim do tempo de tolerância e os novos valores", explicou o vereador Rafael Nemitz (PSD).

A posição de Nemitz sobre valores é compartilhada pelos vereadores da situação. Os progressistas decidiram pelo pedido de vistas e que debateriam com o prefeito Tiago os ajustes para que este possa retornar à Câmara, o que pode ocorrer durante o período de recesso - que vai até fevereiro -, através de uma nova sessão extraordinária ou após o recesso, em sessão ordinária.

"Pedimos retirada porque a tabela continha valores que não são de competência da câmara e sim por decreto", esclarece o vereador Décio Loureiro (PP).
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