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sexta-feira, 10 de março de 2017

A minha outra metade é a...

A Minha outra metade é a paixão pela música eletrônica.



Qual o poder da música eletrônica? O bom gosto de cada um, claro.  Para contextualizar esse post, é o seguinte: Comecei a me interessar em conhecer os estilos musicais quando eu ganhei um software de produção musical (para iniciantes – óbvio) do Luís ( Um cara gente boa e que possui talento para a música). Eu tinha apenas treze anos de idade quando o universo me presenteou essa oportunidade. Na época produzi algumas tracks e me diverti muito. Valeu Lóis!

Algum tempo passou (normal) e senti a necessidade de levar essas ondas sonoras adiante, ao público. Comecei, então, a fazer playlists em casa e simular baladas. Mais tarde, fui convidada a tocar numa festa de formatura no Clube Assisense, lembro que na época o pagamento (que não importava lhufas) tinha que escolher entre: um fardinho de cerveja ou o valor em dinheiro. Óbvio que escolhi a grana, pois estava juntando as notas para comprar um tal de CDJ.

Depois daquela noite, só festa e alegria. Muito trabalho e dedicação. Amor e paixão em cada som, melodia, mixagem, conhecimento. Toquei por muito tempo em várias festas, conheci o Márcio Herrera, fiz curso com o Mirailh e blá, blá, blá...

Mas e o que importa tudo isso?
Seguinte, galera! Depois de anos afastada dessa vibe eletrônica, voltei com o seguinte pensamento:

O efeito da música eletrônica é provar que a liberdade está dentro de cada um. Muitas vezes as palavras não conseguem descrever tudo aquilo, não sai, não adianta. E é nesse sentido que essas ondas levam até a alma o que poderia ser impossível através das palavras.

É uma aproximação a si mesmo. É sentir com os ouvidos o compasso do coração, a essência da vida, a companhia do ritmo num par único. Debaixo da chuva, acima do Sol, adiante da terra, o verde da grama, o universo em apenas sentir o valor da vida numa melodia, numa batida só.

A música eletrônica parece que conecta novos mundos. É como dançar com alguém que nunca existiu ao nosso redor. Mosaicos, malandros, perfumes, gestos, cores, ruborizes...

Curtir a música eletrônica é ver o que ninguém vê, pois quando colocamos os óculos escuros não é para nos esconder, é perceber que não precisamos de muito para estar na paz.

O compasso da música eletrônica é a ritmicidade de um poema. Uma balada eletrônica é um recital de poesias!

#poesia #música #biologia #vida

Galera, na próxima sexta... Mais novidades por aqui.

A música está em todo o lugar, inclusive rodando neste exato instante (aqui nesta página).


Daleeee! Good Vibes!
Parabéns pelo dia do Deejay (ontem)! 
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